Meus contextos


Terça-feira , 12 de Maio de 2009


Saindo de casa...

Queridos leitores (quase posso nomeá-los), peço desculpas sinceras pelo transtorno, mas não consigo ficar mais no zip.net. Ah, não dá, eu não consigo fazer nada aqui além de escrever! Não consegui colocar fotos, alterar formatos e achei esse blog esteticamente feio e sem graça. Eu não me animo a postar aqui, infelizmente. Tendo em conta esses motivos suficientemente esclarecedores (RÁ), eu volto à antiga casa. Então, queridos, vamos voltar ao blogspot: http://meuscontextos.blogspot.com 

Vemo-nos lá.

Até breve leitores, até nunca mais zip.net

Escrito por Contexto às 17h48
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Segunda-feira , 11 de Maio de 2009


Não ser para ser.

Conter-se, contorcer-se, combater, esmorecer... Há quanto tempo temos adiado todas essas outras coisas? Porque a evitação só tem gerado afetação... Vivendo sob uma geladeira, colocamo-nos à disposição: "o que mais queres senhor?". Vamos ter que passar, então viva a ressureição! Espiritismo, fanatismo ou charlatanismo, um emaranhado de palavras ocas. Conhecimento ou verdade, tanto faz, mistura-se tudo e diz ser o milagre da felicidade. Odiosa hipocrisia, de quantas máscaras ainda precisas?

Escrito por Contexto às 18h00
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Sexta-feira , 08 de Maio de 2009


Read my mind

Você só quer simplificar pra manter o controle. Esquece-se da mentira que conta a si mesmo. Verdades cruas, nuas, nada e totalmente suas. O alerta não lhe soa suficiente: você quer todos a sua volta, seguindo suas medidas, suas idéias, suas decisões, é sempre isso: ou do jeito que queres ou de jeito algum... Era só para te sentir ao meu lado, bem perto, sem medo e como o maior dos clichês românticos. Explicações não bastam, queres mais. Entenda, desentenda, fuja, volta e rememora: não, eu não sou sua! Não há controle, medidas ou entendimentos, ninguém consegue aquela senha para tentar seguir em frente. Nenhum de nós realmente desistiu. Mas já é noite, não podemos mais ficar embaixo dessa chuva: porque eu não me importo se você não se importar e nem irei brilhar se você não me deixar...

Escrito por Contexto às 22h29
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Quinta-feira , 07 de Maio de 2009


Simplicidade.

Assustador como todas as perguntas precisam de tão pouco para serem respondidas... Mas mais assustador ainda é a complexidade humana que insiste em não tomar tais respostas como o que são de fato: respostas. Pensando sobre uma infinidade de temas ditos complexos, chego cada vez mais à simples constatação de que tudo é, na verdade, muito simples e dual: querer - não querer, aceitar - recusar, inanição - satisfação, amor - ódio, triste - feliz, branco - preto, homem - mullher... Então, de fato, é muito simples: veja o que há para ser visto! Não esqueçamos, porém, de abrir bem os olhos, afinal - de sabedoria imanente - alertou-nos Saint-Exupéry: "O essencial é invisível aos olhos, só se vê bem com o coração". Qualquer outra coisa que insista em fugir léguas disso está perdida - dando voltas longe de si mesma. Então, antes de morrer de ódio ou de amor, lembre-se de que além de ambos estarem sutil e inexoravelmente ligados, é tu, sempre, quem decides se ódio ou amor queres sentir. Simples, como o que importa de fato.

Escrito por Contexto às 09h33
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Terça-feira , 05 de Maio de 2009


A tal mudança.

Olha, vou te contar, a renovação que eu tanto esperava aconteceu, finalmente. Pensando no passado, vale a pena comentar: um dia desses certo visitante falou que não acreditava em mudanças... Pois bem - disse eu alto: eu acredito! Acredito que sempre há tempo para o novo, a melhora, a renovação, o partir, o voltar e o sentir.  O visistante, naquela ocasião, não pareceu muito disposto a continuar a nossa diversão, e talvez aí eu tenha entendido o porquê da sua descrença: ele não dava oportunidade à elas. Haveria então como acreditar? Estou julgando? Sim, estou. O que mais podemos fazer senão viver com aquilo dos outros que nos é cedido? Eu lhes dou esses escritos, coloco-me em praça pública afinal. Diga, desdiga, xingue, grite, ria; a liberdade aqui é total e irrestrita. Eu julgo, tu julgas, ele julga, nos julgamos e, claro, vós julgais! Então, fazendo aquela já conhecida reflexão, a mudança pode ser até o caminho, mas é tu quem decide percorrê-lo. O caminho, como se diz, só se descobre ao caminhar.

Escrito por Contexto às 16h12
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Segunda-feira , 04 de Maio de 2009


Por último.

Estamos em uma zona cinzenta, fria, gélida. Dores no peito, na alma, coração. A solução? Não há solução. Escrever como alívio da alma tem parecido tediosamente ineficaz, mas o que de melhor fazemos pior. Eu sei, intuitivamente, que sentem a mesma agonia que nós, mas não falam, não pensam e iludem-se ao não sentir. Sentimento de solidão acompanhado de extrema lucidez é detentor não só de indagações, mas de algumas constatações já feitas, já ditas, pensadas, exacerbadas. Adianta? Melhora? Muda? Não sei, caminhamos ceticamente para os nãos. Ah, o amor, ele muda, renova, altera, melhora. Quem sente? Tu sentes? Descobriu? Sim, já vivemos uma vez, foi bom, mas também foi ruim. Acreditamos que tudo era possível e que todos os sonhos estavam a nossa disposição. Não fizemos errado. Mas agora, depois dessa comiseração, nem mesmo uma declaração tocante faria diferença. Como sempre, caminhamos para um fim inevitável, cheio de uma dúzia e meia de pedras ultrapassáveis, mas talvez não. Eu vou, tu vens?

Escrito por Contexto às 10h33
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Segunda-feira , 20 de Abril de 2009


Explicação.

Eu desapareci sim e não vou voltar de forma definitiva hoje. Apenas vim até aqui manifestar atenção; minhas idéias estão tentando ficar mais... acessíveis. Eu volto, em breve e um pouquinho mais perto do que acredito ideal.

Escrito por Contexto às 18h02
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Sexta-feira , 03 de Abril de 2009


TÁ!

Certo, sou acusada cotidianamente (injustamente, c-l-a-r-o) de não falar, ser ou escrever coisas leves. Prolixidade, rebuscamento, pessimismo.... Vamos falar de coisas leves então. Hm, ... , sorvete de baunilha é quase tão bom quanto o de doce de leite. Música é uma das coisas mais maravilhosas que existem. Sorrisos são tão fascinantes que podem salvar uma alma (a minha, principalmente). Fim de semana é um presente! Abraços afetuosos são um manjar dos deuses. Céu, montanhas, nuves, arco-íris, gramado verdinho, água, chuva, vento, mar, inverno e verão; o que temos de pronto, dado de forma inteiramente gratuita, é tão bom que não vivemos sem. Prazeres carnais são bons na medida do equilíbrio da nossa alma -  e quando honestos e verdadeiros são uma explosão infinita de contentamento, encantamento, deslumbramento. Ah, prazeres culinários, que beleza! Feijão, macarrão, sashimi, abóbrinha/tomate/berinjela recheada com muito queijo e molho vermelho, picanha, maionese, crepe, waffle, risoto, camarão, hamburguer - tudo junto e misturado. Vinho, caipirinha, cervejinha! Risos, muitos risos; perder o fôlego, chorar para alivar o coração, beijo, afago e até a solidão. Conhecimento, engajamento, defesa, luta, trabalho árduo. Objetivos, conquista, fuga, aperto de mão. Pronto, tá aí a receita tão esperada, a felicidade está bem ao seu lado, deixa ela entrar e me convida para passear: eu, você e ela, de mãos dadas, com o algodão doce na boca e no coração.

Escrito por Contexto às 10h03
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Terça-feira , 31 de Março de 2009


Madre Teresa de Araque

Veja só: piedade, autopiedade, condolências e afins não fazem parte do meu manual. Sim, o meu. O seu, bom, veja bem, aí é contigo. Tenho olhado e vivido menos do que eu gostaria, é verdade, mas nem por isso aceito essa afetação toda. Nem a não afetação. Quero uma só atitude: faça sem ficar esperando retorno, ou melhor: sem ser por um motivo previamente justificado e bem explicado. Eu sei, tu sabes, o mundo sabe: ninguém age sem interesses. Não há aquela falsa boa ação: “eu faço porque sou bonzinho e não quero nada para mim”. É uma ova! Faz porque espera algo para si, sim. Sou categórica ao afimar isso: ninguém, ninguém faz o que quer que seja por bom samaritano que é. Madre Teresa? Pois é... Nem ela se salva. Cada um com seus prazeres e mediocridades, só não aceito mais essa hipocrisia ultrajante. Quer apedrejar? Faça com gosto, bem feito, sem rodeios. Quer elogiar? Da mesma forma. Aprender que só temos essa vida e que é agora que podemos ser nós mesmos é algo que leva a vida toda para se consubstanciar. É uma pena, parece mesmo que é no fim que aprendemos o óbvio: só podemos ser nós mesmos.

Escrito por Contexto às 17h41
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Quinta-feira , 26 de Março de 2009


A tal essencialidade

Quantas acusações já ouviste por possuir pensamentos complexos sobre coisas simples? (Sem entrar no mérito do que que seja ou não simples) Alguma vez já lhe acusaram de exigir e jamais conceder perfeição? Olhaste para si mesmo - tão profundamente - a ponto de não ter mais medo? Um dos maiores desafios, em toda a vida, é chegar a descobrir, amar, aceitar e aprimorar a si mesmo. Podes ter a ilusão de que não sejas necessário, mas não é possível - tão só pela ilusão - passar a vida sem que um dia ouça, veja ou questione-se sobre quem és tu de fato. O caminho é incerto e as respostas, como só as verdadeiras podem ser, são simples. A própria "coisa" pode ser tu e necessariamente só tu mesmo. A necessidade derivará dessa essencialidade. Podes, por inúmeras razões, deparar-se consigo mesmo em momentos diversos e não se reconhecer. Mas a questão é final: podes reconhecer a um e não a outro (dado que ambos partiram única e exclusivamente de ti)? Só o conceito não nos basta, tragam o ser e lhe daremos os fatos.

Escrito por Contexto às 09h56
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Segunda-feira , 23 de Março de 2009


Geração retrógrada

E tudo saiu como o planejado: modelos e estereótipos bem definidos. Cores, ações, dizeres, prazeres... Pensando bem: que cores? Onde estavam os prazeres? Indaguei várias vezes e fiquei com uma só constatação: havia muito dos outros no todo, mas nada de si mesmo naqueles individuais. Os modelos pré-fabricados, então, soavam assombrosos naquela imperfeita exatidão. Vestiam-se de acordo com uma magazine qualquer, dançam e acreditavam que aquela, exatamente aquela, era o auge de qualquer felicidade. Dotados dessas máscaras (distantes de serem eles mesmos), confundiam-se a ponto de não mais se perceberem. João já não sabia (e nem parava mais para pensar) se os gostos eram dele mesmo ou se imitava um John qualquer... A mediocridade dessa exatidão não os cansou de pronto, infelizmente. Tiveram de esperar os filhos de seus filhos tomarem a decisão incerta: não haveria mais venda ou compra de pessoas em série. O motivo nos parecia óbvio, desde o início: a vida tinha se dissipado no meio daqueles estranhos João e Maria. O que aconteceu, com aquela decisão - como tu agora já podes prever -  foi que o temido sofrimento não apareceu; João resolver ser Adamastor e Maria se tornou Conceição.... Fora de serem o esperado, foram eles mesmos e se tornaram eternamente responsáveis por o todo que eram... Não houve erro, na aparência de infelicidade, foram felizes para sempre.

Escrito por Contexto às 15h21
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Quarta-feira , 18 de Março de 2009


Imensidão.

E quando eu realmente achava que haveria nada para ser dito, feito ou escrito eis que surgem uma imensidão de assuntos, feitos, fatos, atos. Impressionante como a vida é inconstante, inexata. Não há, de fato, uma linha clara, calma e precisa. Tenho visto, também, que tudo depende de nossas ações e posições diante dessa teia indecifrável. Claro, não estou com isso negando o assombroso mistério dos fatos – se fizesse isso estaria contradizendo todo o escrito – mas apenas tornando bem audível a inequívoca posição (nossa) diante do todo incompreensível. Escolhes, portanto, todos os dias o caminho que irá tomar, sem com isso precisar o resultado que terá. O que quero expressar, claramente, é que a vida é surpreendente sim, mas somente depois que tomamos nossa escolha, depois que decidimos se será norte ou sul. O meio termo, definitivamente, deixa-nos inertes, imóveis, perplexos, parados. O tal assumir posições é o que motiva a continuidade da vida: A ou B, doce ou salgado, amor ou ódio, continuar ou desistir, para frente ou para trás. Claro, limpo, sem mais emaranhados. Não é fácil ser assim... A tal da coluna do meio é, na maioria das vezes, uma ilusão; mas como toda ilusão é, também, confortável. Tu não decides nada, diz que sim e que não, fica e desfica e sua vida vai passando, sem maiores problemas – ou resoluções. O fim, dessa forma, é chegar a sensação abstrata: o que eu fiz de fato? É uma escolha, tal como a tentativa de combate, e ambas gerarão consequencias no todo incognoscível: ou quer ou não quer.

Escrito por Contexto às 17h23
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Segunda-feira , 16 de Março de 2009


Era para ser assim.?!...

Sabe aquela sensação estranha de ser quem se é? Daquela forma de exata constatação: "sim, eu sou assim, desse jeito, com esses defeitos". Então, ela não é das mais agradáveis. Dá uma vontade imensa de correr de volta ao passado, mudar alguns "tudo", apagar outros tantos acontecimentos e seguir como se nada, de fato, houvesse acontecido. É estranho. Bom, verdade seja dita: isso forma, indelevelmente, nossa história. Não há como mudar, por óbvio, o passado; mas pensando racionalmente: haveria como? Os acontecimentos parecem formar uma cadeia certa, concreta, correta. Às vezes parece que tudo tinha que ser exatamente como é ou como foi.  Se eu voltasse para mudar algumas coisas, estaria de que forma agora? Bem, mal, menos pior, menos melhor? Impossível saber. Uma mudança faria o caos? Ou teria tornado tudo mangnificamente melhor? Não dá para saber, só ficar com essa eterna divagação - que cansa, chateia e termina como esse post: mal resolvido.

Escrito por Contexto às 16h32
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Sábado , 14 de Março de 2009


O novo.

É sempre bom uma nova chance para ser e fazer diferente. Estou feliz, estou em paz. Hoje é quase uma reinauguração, mas da minha alma. Velhos e novos contextos.  Bem vindos!

Escrito por Contexto às 16h53
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Sexta-feira , 13 de Março de 2009


Eu juro que eu tento não ser assim. Eu me viro, dou voltas, sacolejo, remexo, mudo, invento, retrocedo, avanço, vou, volto, desdobro, encontro, reencontro, peço, grito, digo, subo e desço ? várias e ininterruptas vezes. Suaves e bruscas. Eu tento, juro! No fim das contas fico quase igual: uma menina insuportável e dramaticamente real, igual, nada legal. As pessoas vão até um certo ponto, depois começam a sentir-se ligeiramente incomodadas, deslocadas e então elas fogem! Fogem... Somem como uma desculpa esfarrapada. Sou um desconforto! Para mim mesma, para os outros, para a humanidade! Se elas voltam depois? Algumas voltam, mas de um jeito estranho: nunca mais tocam. É, elas pensam que é contagioso. Eu conheci uma moça loira, bem loira (bem loira), baixa, não tão baixa (1m60cm), magrinha (50 kg, sem atributo algum), falante e engraçadinha (daquelas que falam, falam e, em que pese ninguém escutar, agradam muito), com pensamentos fáceis, concretos, enérgicos. O que mais? Ah sim, ela não discutia e tinha na cozinha o âmago do prazer existencial: doces, salgados, gelados, um encanto! E ao final? Lavava toda a louça com prazer, claro. O nome? Fulana Cristina Leveza! Era considerada uma companhia para ouvir: falava coisas agradáveis sem sequer exigir resposta. E se quisessem apenas o silêncio? Fulaninha vinha com docinhos, bolinhos e patês ? para embalar seus pensamentos, em total silêncio. Casou, teve filhos, todos leves e bonitinhos: Pedrinho Leve, Mariazinha Leve. Que família de peso; ou melhor: que família levemente feliz! Eu adorei ela, a-d-o-r-e-i, doutora.

- Menina Má, sente-se melhor após me falar isso tudo?
- Sim, doutora, muito melhor.
- Achas mesmo que é essa menina que gostarias de ser?

Trimmmmmm.

Toca o telefone e Menina Má, olhando rapidamente o relógio e sabendo que, de fato, o seu tempo acabou, despede-se da doutora com um aperto de mão. Virando a esquina a rotina se apodera: Menina Má não se transforma em açúcar. Em casa, sem a intensidade dos pensamentos, sua vida a aguarda: sem tortas ou respostas, só o peso da continuidade dos dias.

Escrito por userID: 1044975639788firstName: às 06h55
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BRASIL, Sul, Mulher, de 20 a 25 anos

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